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Um arquiteto (ou arquitecto, segundo a grafia européia) é o profissional responsável pelo projeto, supervisão e execução de obras de arquitetura. Embora esta seja sua principal atividade, o campo de atuação de um arquiteto envolve toda as áreas correlatas ao controle e desenho do espaço habitado, como o desenho urbano, o paisagismo, e diversas formas de design.
Na maior parte dos países do mundo a legislação exige que para que alguém possa ser considerado um arquiteto, este deve possuir um diploma de nível superior.
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Etimologia

A palavra arquiteto vem do grego arkhitektôn que significa "o construtor principal" (arqui = principal / tectônica = construção) ou "mestre de obras". A compreensão desta etimologia, porém, pode ser expandida na medida em que a palavra arché deixa de ser entendida como "principal" e passa a ser analisada como "princípio". Desta forma, o arquiteto serio o construtor primordial e fundamental, seu próprio arquétipo: ou seja, o arquiteto é o construtor ideal. Até o Renascimento, não havia distinção entre a atividade de projeto e a execução do mesmo, estando todas as atividades subordinadas à mesma figura: o mestre-construtor. A partir deste momento, o arquiteto surge como figura solitária, separando-se o intelectual do operário, de forma que a palavra passa a assumir os sentidos que possui atualmente.

Profissão no Brasil

A profissão de arquitetura no Brasil é regularizada e fiscalizada pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e pelos seus Conselhos Regionais (CREAs), os quais determinam que apenas profissionais que possuam o diploma de bacharelado em Arquitetura e Urbanismo podem exercer a profissão e autodenominar-se arquitetos e urbanistas. A profissão é regulamentada como sendo a de Arquiteto e Urbanista, não sendo reconhecida por parte do Conselho (e, em extensão, por parte do poder público) a formação separada das duas disciplinas. Os primeiros CREAs foram fundados na década de 1930, juntamente da regulamentação da profissão.

O sistema de regulamentação profissional foi oficializado em 1933, através da fundação do primeiro CREA no Rio de Janeiro. Porém, a profissão existe formalmente no país desde a fundação da Escola Nacional de Belas Artes, também no Rio de Janeiro, no início do século XIX. Anteriormente, não existia formação oficial de arquitetos no país, de forma que os profissionais existentes ou haviam estudado na Europa ou foram aprendizes de Corporações de Ofícios ou de indivíduos isolados (existiram também os auto-didatas, como Aleijadinho).

Devido à não regulamentação de diversas profissões correlatas à arquitetura, são normalmente os arquitetos os profissionais responsáveis por projetos de arquitetura da paisagem e design.

Formação acadêmica

Assim como a atividade profissional é regulamentada, também o são os cursos superiores de Arquitetura e Urbanismo, através da definição de um currículo mínimo por parte do Ministério da Educação. No entanto, nota-se que o ensino é bastante heterogêneo quando se comparam diferentes regiões do país. O curso tem obrigatoriamente a duração mínima de cinco anos, composto por pelo menos 3 600 horas de aula. Algumas escolas, porém, consideram esta carga horária insuficiente (especialmente as faculdades mais tradicionais), de forma que existem cursos com duração mínima de mais de 5 000 horas.

Os cursos costuma ser caracterizados por uma parte das disciplinas voltadas à "simulação prática da profissão" (através das disciplinas de projeto arquitetônico), uma parte à fundamentação histórico-teórica e outra às disciplinas ligadas aos aspectos tecnológicos da atividade. A legislação determina, porém, uma divisão baseada em disciplinas de fundamentação (composta por disciplinas nas áreas de estética, desenho, plástica, história da arte, entre outras ( Arquiteta ) ), de profissionalização (composta por disciplinas de projeto, planejamento urbano, teoria da arquitetura, paisagismo, história da arquitetura, construção civil, entre outras) e de um trabalho final de graduação, de natureza interdisciplinar. Diferente de outros países, o estágio profissional não é obrigatório, o que é considerado por diversos críticos uma falha da legislação. Além disso, são comuns as críticas ao sistema pelo seu pouco compromisso àquilo que é chamado de "reais interesses do mercado".Em Portugal

A profissão é regulamentada pela Ordem dos Arquitectos de Portugal, a qual estabelece que apenas os arquitectos licenciados que estejam inscritos na ordem possam exercer a atividade.

fonte: wikipedia

 

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