arquitetura

 

Arquitetura Bárbara

arquitetura Bárbara



Esta página está em construção, e ainda não foi formatada, Escritório de Arquitetura Patricia Mellilo - Fazendo do seu
Projeto a Arquitetura da Construção de sua Casa a realização do seu Sonho. Rua Coronel Rodrigues Simões n 620 São Manuel - SP. Visite nosso novo site www.patriciamellilo.com.br ou entre em contato pelo telefone (14) 3841-5334 ou pelo e-mail patriciamellilo@gmail.com

Saiba mais sobre Decoração para sua Casa, e Trabalho de arquitetos e arquitetas na construção e projetos de Casas e Construção.

Depois da queda do império romano, mongóis, vândalos, alanos, francos, germânicos e suecos, entre outros povos conhecidos genericamente como bárbaros, avançaram definitivamente sobre a Europa. Estava em curso o século V. Esses grupos, essencialmente nômades, não demoraram a assimilar a cultura e a religião (cristianismo) dos povos conquistados, ao mesmo tempo em que lhes transmitiam seus próprios traços culturais, o que deu origem a uma arte completamente diferente, que assentaria as bases para a arte européia dos séculos VIII e IX.

O fato de não possuírem um hábitat fixo influenciou grandemente os costumes e expressões artísticas dos bárbaros. Era notável sua destreza na fabricação de objetos facilmente transportáveis, fossem eles de luxo ou utilitários. Todos esses povos tiveram uma origem comum na civilização celta, que desde o século V a.C. até a dominação romana se estabeleceu na Europa de norte a sul e de leste a oeste. Uma vez dominados, boa parte da população foi assimilada pelo império romano e outra fugiu para o norte. Somente quando o império romano começou a ruir foi que conseguiram penetrar em suas fronteiras e estabelecer numerosos reinos, dos quais se originaram, em parte, as nacionalidades européias.

Toda vez que um povo culturalmente bem desenvolvido conquistava um outro que lhe era superior nesse campo, o vencedor assimilava a arte e a língua do vencido. Os bárbaros não foram exceções. Quase completamente desprovidos de arquitetura, logo se apropriaram das formas da antiguidade tardia e de Bizâncio, às quais acrescentaram alguns elementos próprios. Nas Gálias (França), os francos adotaram em suas construções as salas retangulares de três naves e abside semicircular, com silharia de madeira para as igrejas e cúpula para os batistérios.

Algumas plantas enriqueceram a distribuição espacial com o acréscimo de uma galeria. Os ostrogodos, na Itália, levantaram edifícios mais representativos e ricamente decorados com mosaicos, nos quais combinaram as formas bizantinas com as romanas. Na Espanha, procedeu-se a recuperação de edifícios romanos nos centros de cada cidade, aos quais se juntava uma igreja cristã, geralmente de planta em forma de cruz latina, com naves de alturas diferentes e decoradas com relevos e frisos.

Os celtas e vikings resistiram mais às formas mediterrâneas. No entanto, graças à presença dos numerosos mosteiros, a arquitetura e as artes acabaram sendo favorecidas. Misturando pedra com madeira, construíram igrejas com telhados de pedra de duas águas, ladeados por torres cilíndricas, também de pedra, que lembram seus monumentos funerários. Com respeito à arquitetura profana, os bárbaros do norte preferiram continuar construíndo suas fortalezas de madeira e barro, circundadas por paredes circulares e fosso.

Em Astúria surgiu um importante foco artístico, paralelamente à invasão árabe. Lá, fundiram-se tendências da cultura dos visigodos e dos romanos, abrindo espaço para um estilo que se aproximaria muito da arte românica e que contaria com alguns dos elementos mais ocidentais (Igreja de São Julião dos Prados).

Os irlandeses, por sua vez, embora totalmente cristianizados, eram contrários à romanização. Assim, mantiveram-se fiéis a um estilo que misturava elementos nórdicos com a estética megalítica celta.

No entanto, a maior parte da população vivia na zona rural, morando em choças e cabanas que tinham origem nas aldeias celtas anteriores aos romanos. Procuravam sempre a proximidade da água, chegando algumas vezes até a construir as casas em cima dela, erguidas sobre pilotís (as palafítas).

arquitetura Islâmica


No ano de 622, o profeta Maomé se exilou (hégira) na cidade de Yatrib que, desde então, se conhece como Medina (Madinat al-Nabi, cidade do profeta). De lá, sob a orientação dos califas, sucessores do profeta, começou a rápida expansão do Islã até a Palestina, Síria, Pérsia, Índia, Ásia Menor e Norte da África e Espanha. De origem nômade, os muçulmanos demoraram certo tempo para estabelecer-se definitivamente e assentar as bases de uma estética própria com a qual se identificassem.

Ao fazer isso, inevitavelmente devem ter absorvido traços estilísticos dos povos conquistados, que no entanto souberam adaptar muito bem ao seu modo de pensar e sentir, transformando-os em seus próprios sinais de identidade. Foi assim que as cúpulas bizantinas coroaram suas mesquitas, e os esplêndidos tapetes persas, combinados com os coloridos mosaicos, as decoraram. Aparentemente sensual, a arte islâmica foi na realidade, desde seu início, conceitual e religiosa, sendo sua beleza quase mágica. O luxo e a opulência dos califados surgem como num conto das mil e uma noites,entre cúpulas floridas e minaretes inalcançáveis.

As mesquitas (locais de oração) foram construídas entre os séculos VI e VIII, seguindo o modelo da casa de Maomé em Medina: uma planta quadrangular, com um pátio voltado para o sul e duas galerias com teto de palha e colunas de tronco de palmeira. A área de oração era coberta, enquanto no pátio estavam as fontas para as abluções. A casa de Maomé era local de reuniões para oração, centro político, hospital e refúgio para os mais pobres. Essas funções foram herdadas por mesquitas e alguns edifícios públicos.

No entanto, a arquitetura sagrada não manteve a simplicidade e a rusticidade dos materiais da casa do profeta, sendo exemplo disso as obras dos primeiros califas: Basora e Kufa, no Iraque, a Cúpula da Roca, em Jerusalém, e a Grande Mesquita de Damasco. Contudo, persistiu a preocupação com a preservação de certas formas geométricas, como o quadrado e o cubo. O geômetra era tão importante quanto o arquiteto. Na realidade, era ele quem realmente projetava o edifício, enquanto o arquiteto controlava sua realização. Tudo era estruturado a partir da geometria, já que até a língua árabe é numérica e os edifícios e seus ornamentos eram a tradução arquitetônica das fórmulas e números de caráter místico, segundo sua doutrina.

A cúpula ou teto de pendentes, herdado da cultura bizantina, permitiu cobrir o quadrado com um círculo, sendo um dos sistemas mais utilizados na construção de mesquitas, embora não tenha existido um modelo comum. As numerosas variações locais, devido a grande extensão dessa cultura, fez que suas manifestaçãoes se adaptassem aos estilos locais mantendo a distribuição dos ambientes, mas nem sempre conservando sua forma. As mesquitas transferiram depois parte de suas funções aos edifícios públicos.

As residências dos emires constituíram uma arquitetura de segunda classe em relação às mesquitas. Seus palácios eram planejados num estilo semelhante, pensados como um microcosmo e constituíam o hábitat privativo do governante. Exemplo disso é o Alhambra, em Granada. De planta quadrangular e cercado de muralhas sólidas, o palácio tinha aspecto de fortaleza, embora se comunicasse com a mesquita por meio de pátios e jardins. O aposento mais importante era o diwan ou sala do trono.

Outra das construções mais originais e representativas do Islã foi o minarete, uma espécie de torre cilíndrica ou octogonal situada no exterior da mesquita a uma altura significativa, para que a voz do almuadem ou muezim pudesse chegar até todos os fiéis, convidando-os à oração. Sua posição no núcleo urbano era sempre privilegiada. A Giralda, em Sevilha, é um exemplo dos minaretes da arte andaluza.

Outras construções representativas foram os mausoléus ou monumentos funerários, semelhantes às mesquitas na forma e destinados a santos e mártires.

As obras nascidas dessa cultura são grandiosas e deixam o espectador sem palavras. Muitos de seus edifícios estão entre os escolhidos pela Unesco como patrimônio da humanidade, desde a costa atlântica do Marrocos até os confins da China.

Saiba mais acessando http://www.patriciamellilo.com.br

Leia mais em:

Neoclassicismo

Neoclassicismo

Romantismo

Romantismo

Modernismo

Modernismo

Estilo Rococó

Estilo Rococó

Arquitetura Barroca

Arquitetura Barroca

Arquitetura Maneirista

Arquitetura Maneirista

Arquitetura Bárbara

arquitetura Bárbara

Arquitetura Inca

arquitetura Inca

Arquitetura Africana

arquitetura africana

Arquitetura Khmeriana

Arquitetura Khmeriana

Arquitetura Egípcia

Arquitetura Egípcia

Arquitetura Gótica

Arquitetura Gótica

Arquitetura Ordem Coríntia

Arquitetura Ordem Coríntia

Arquitetura Ordem Dórica

Arquitetura Ordem Dórica

Arquitetura Ordem Jônica

Arquitetura Ordem Jônica

Arquitetura Mesopotâmia

Arquitetura Mesopotâmia

Arquitetura Maia Asteca

arquitetura maia asteca

Arquitetura Renascentista

arquitetura renascentista

Arquitetura Românica

arquitetura Românica

Arquitetura Bizantina

arquitetura bizantina

Arquitetura Pré-Histórica

arquitetura Pré-Histórica

Arquitetura Romana

arquitetura romana

Arquitetura Russa

arquitetura russa

Arquitetura Japonesa

arquitetura japonesa

Arquitetura Islâmica

Arquitetura Islâmica

Arquitetura Indiana

Arquitetura Indiana

Arquitetura Grega

Arquitetura Grega

Arquitetura chinesa

Arquitetura chinesa

Arquitetura

Arquitetura