arquitetura

 

Arquitetura Pré-Histórica

arquitetura Pré-Histórica

Arquiteta, a profissão é a arte de construir um dos sonhos mais desejados em muitas pessoas a construção de suas casas. Algumas publicações famosas tratam desse assunto, como a revista Arquitetura e Construção


Esta página está em construção, e ainda não foi formatada, Escritório de Arquitetura Patricia Mellilo - Fazendo do seu Projeto a Arquitetura da Construção de sua Casa a realização do seu Sonho. Rua Coronel Rodrigues Simões n 620 São Manuel - SP. Visite nosso novo site www.patriciamellilo.com.br ou entre em contato pelo telefone (14) 3841-5334 ou pelo e-mail patriciamellilo@gmail.com

Saiba mais sobre Decoração para sua Casa, e Trabalho de arquitetos e arquitetas na construção e projetos de Casas e Construção.


Não se pode falar de uma arquitetura Pré-Histórica no sentido artístico, apesar de seu caráter funcional. Os primeiros homo sapiens refugiavam-se nos lugares que a natureza lhes oferecia, podendo ser em aberturas nas rochas, cavernas, grutas ao pé de montanhas ou até no alto delas. Mais tarde eles começariam a construir abrigos com as peles dos animais que caçavam ou com as fibras vegetais das árvores das imediações, que aprenderam a tecer, ou então combinando ambos os materiais.
Somente no final do neolítico e início da idade do bronze é que surgem as primeiras construções de pedra, principalmente entre os povos do Mediterrâneo e os da costa atlântica. No entanto, como esses monumentos colossais tinham a função de templo ou de câmaras mortuárias, não se tratando de moradias, seu advento não melhorou as condições de habitação.

Nos primórdios da História, egípcios e sumérios já dispunham dos elementos fundamentais de uma arquitetura artística. Em palácios e templos, os babilônios, hititas e persas levaram a arquitetura a um nível majestoso. Mas foram os gregos que superaram a arte oriental e egípcia com um gênio criador que até hoje pode ser admirado no Partenon de Atenas e em outros vestígios.

Os deuses gregos não estavam separados dos homens. Conviviam com eles e tomavam de empréstimo suas feições. Por esse motivo, os templos eram construídos mais como moradias dos deuses que como lugares de adoração. Esculturas e pequenos modelos de argila, datados de 1.000 anos antes de Cristo e descobertos pelos arqueólogos, mostram que os primeiros templos eram semelhantes às cabanas dos gregos.
Para erigir seus monumentos, os homens da época provavelmente começaram por levantar uma coluna, em honra de um deus ou de um acontecimento importante. Esses monumentos pré-históricos eram pedras, cravadas verticalmente no solo, às vezes bastante grandes (megalito denominado menir). Pelo peso dessas pedras, algumas de mais de três toneladas, acredita-se que não poderiam ter sido transportadas sem o conhecimento da alavanca.
Estas pedras (os menires) deram origem às colunas. Mais tarde percebeu-se que, usando três elementos, era possível construir. Assim nasceu o dólmen, em forma de mesa, ou o trilito (três pedras), formado por duas colunas que apoiavam uma arquitrave. Uma série de trilitos fez a colunata.

O dólmen ou galeria coberta, espécie de corredor que facilitava o acesso a uma tumba, foi de grande importância na história da arquitetura porque nele se baseiava a arte de construção praticada pelos gregos antigos. O princípio das colunas e da arquitrave foi usado para sustentar o arco das portas e janelas, sendo este o caminho para construção das cabanas aos templos mais majestosos. As duas colunas verticais chamavam-se jambas; a coluna sobreposta em arco ou abóbada, dintel.

Nas primeiras casas, a arquitrave - geralmente de madeira ou pedra - sustentava o dintel da porta de entrada e das pequenas janelas. Para abrigar as estátuas dos deuses, pensou-se num pórtico sobressalente, avançado, tanto para acolher a multidão de fiéis como para engrandecer a morada dos deuses. Esse pórtico saliente - pronau - era sustentado por um par de colunas e foi enriquecendo-se aos poucos até tornar-se um elemento decorativo indispensável.

De duas colunas, a pronau evoluiu para uma série de colunas, depois duas séries, em plano inferior à principal sala do templo - a cela - cuja finalidade era poder suportar um teto maior. Acrescentou-se então outro pórtico na parte posterior do templo, o epistódomo. Por fim, o templo foi inteiramente rodeado por uma colunata, o peristilo. Essa colunata permitia a construção de edifícios maiores, porque, além das colunas, também as paredes internas sustentavam o teto e o beiral saliente resguardava da chuva as paredes de barro.

Nos prédios mais antigos, a colunata e todas as outras partes eram feitas não de mármore, mas de fortes troncos de madeira. Para resistir ao tempo, era necessário usar a pedra. Porém os gregos desejavam conservar os desenhos de seus templos. Por isso, cerca de 650 a.C., aparecem os primeiros templos de pedra esculpida, colocada exatamente como nos velhos edifícios de madeira. Poucos templos chegaram a conservar por alguns séculos as suas colunas de madeira. Em geral, conforme estragavam, elas iam sendo substituídas por outras iguais, porém de pedra.

A ordem arquitetônica, expressão usada pelos artistas gregos, designava o conjunto dos elementos que compunham a construção. Segundo as proporções e características decorativas desses elementos, principalmente das colunas, definiam-se então as diferentes ordens ( dórica, jônica, coríntia e outras ordens).

Partenon de Atenas

O Pártenon, célebre templo da ordem dórica e o maior da Acrópole de Atenas, foi construído no século V a.C. (entre os anos 447 e 438 a.C.) e dedicado a Atenea Parthenos, uma das deusas mais importantes de mitologia grega. Na mitologia romana, chegou a ser identificada com a deusa Minerva, também conhecida como Palas Atenéia. O templo foi projetado pelos arquitetos Ictinos de Mileto e Calícrates, embora sua concepção esteja de certa forma relacionada a figura do escultor Fídias.

Havia no interior do templo de Partenon uma estátua da deusa Atena, feita inteiramente de ouro e marfim, muito mais alta que um homem, mas que nada restou, além de modelos em argila que seus devotos guardavam, ou das descrições que deixaram os viajantes.

Saiba mais acessando http://www.patriciamellilo.com.br

 

Leia mais em:

Neoclassicismo

Neoclassicismo

Romantismo

Romantismo

Modernismo

Modernismo

Estilo Rococó

Estilo Rococó

Arquitetura Barroca

Arquitetura Barroca

Arquitetura Maneirista

Arquitetura Maneirista

Arquitetura Bárbara

arquitetura Bárbara

Arquitetura Inca

arquitetura Inca

Arquitetura Africana

arquitetura africana

Arquitetura Khmeriana

Arquitetura Khmeriana

Arquitetura Egípcia

Arquitetura Egípcia

Arquitetura Gótica

Arquitetura Gótica

Arquitetura Ordem Coríntia

Arquitetura Ordem Coríntia

Arquitetura Ordem Dórica

Arquitetura Ordem Dórica

Arquitetura Ordem Jônica

Arquitetura Ordem Jônica

Arquitetura Mesopotâmia

Arquitetura Mesopotâmia

Arquitetura Maia Asteca

arquitetura maia asteca

Arquitetura Renascentista

arquitetura renascentista

Arquitetura Românica

arquitetura Românica

Arquitetura Bizantina

arquitetura bizantina

Arquitetura Pré-Histórica

arquitetura Pré-Histórica

Arquitetura Romana

arquitetura romana

Arquitetura Russa

arquitetura russa

Arquitetura Japonesa

arquitetura japonesa

Arquitetura Islâmica

Arquitetura Islâmica

Arquitetura Indiana

Arquitetura Indiana

Arquitetura Grega

Arquitetura Grega

Arquitetura chinesa

Arquitetura chinesa

Arquitetura

Arquitetura