arquitetura

 

Arquitetura Renascentista

arquitetura renascentista

Arquiteta, a profissão é a arte de construir um dos sonhos mais desejados em muitas pessoas a construção de suas casas. Algumas publicações famosas tratam desse assunto, como a revista Arquitetura e Construção


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O Renascimento iniciou-se na Itália, particularmente em Florença, e foi precedido por uma fase de transição, que, pelos fins do século XIII, já paulatinamente ia substituíndo a arte Gótica. Foi, sobretudo, um fenômeno urbano, produto das cidades que floresceram no centro e no norte da Itália, como Florença, Ferrara, Milão e Veneza, resultado de um período de grande expansão econômica e demográfica dos séculos XII e XIII. Os principais traços do renascimento foram a imitação das formas clássicas da antiguidade greco-romana e a preocupação com a vida profana, o humanismo e o indivíduo.

O fiorentino Filippo Brunelleschi (1377-1446) foi quem apresentou a nova concepção renascentista na arquitetura. Ele assimilara, durante longo tempo, as formas clássicas e Góticas e adaptara-as à sua época, edificando as igrejas do Espírito Santo, de São Lourenço e a cúpula da Catedral de Santa del Fiore, em Florença. Contudo, não foi na época de Brunelleschi que a arquitetura renascentista atingiu seu ponto culminante, foi um pouco mais tarde, na primeira metade do século XVI. Também não foi em Florença, onde nascera, mas em Roma, que atingiu a sua plenitude.

Em Roma, durante toda a primeira metade do século XVI - a Alta Renascença -, um arquiteto talentoso como Giuliano de Sangallo (1445-1516) uniu seu gênio ao do pintor Rafael Sanzio (1483-1520) para, juntos, dirigirem os trabalhos da Basílica de São Pedro.

Ainda em Roma, o arquiteto Bramante, cujo verdadeiro nome é Donato D'Agnolo (1444-1514), criou um tipo todo original de abóbada para a Igreja de Santa Maria das Graças, e ainda deu lições ao escultor, pintor e arquiteto Michelangelo Buonarroti (1475-1564). Vignola - como se chamava artisticamente Giocomo Barocchio (1507-1573) - edificou a Igreja de Jesus, que, pelo movimento de suas linhas e pela abundância de adornos, já prenunciava o barroco, estilo que vigorou no século seguinte.

Embora o centro fosse Roma, a arquitetura renascentista não se restringia à antiga cidade. Em Mântua, o arquiteto Leon Battista Alberti (1404-1472), autor de uma tratado - De Re Aedificatoria (A Arte de Edificar), onde define a beleza como harmonia e proporção -, procurava resolver o conflito entre a igreja de plano direcional e a igreja de plano central, acrescentando uma nave a uma estrutura central, na Igreja de Santo André.

Alberti reinvidica em seu De Re Aedificatoria que se mantenha um estilo padronizado nas fachadas dos edifícios e que sua altura seja regular, para se obter uma cidade mais bonita e harmoniosa, num claro ressurgimento do urbanismo clássico.

No norte da Itália, Andrea Palladio (1518-1580) realizava um trabalho tão importante e original que acabou influenciando a arquitetura inglesa dos séculos XVII e XVIII.

Todos eles dedicavam-se, sobretudo, à edificação de construções religiosas, das quais a mais ambiciosa é, sem dúvida, a Catedral de São Pedro, em Roma. Foi iniciada por Bramante em 1506, continuada por Michelangelo, acrescentada por Carlos Maderno (1556-1629) e adornada de colunas externas por Giovanni Lorenzo Bernini (1598-1680).

As duas formas arquitetônicas - Gótica e renascentista - conviveram durante mais de duzentos anos, após o que seriam de certa eclipsadas pelo barroco. Se no princípio rivalizavam entre sí, logo mais passaram a completar-se. Os adornos, os elementos decorativos, a forma das colunas Góticas desapareceram, em favor da decoração renascentista. contudo, muitas das grandes obras renascentistas não poderiam ter surgido sem o conhecimento da técnica do gótico.

O arco ogival ou em ponta é típico do estilo gótico e permitia sustentar abóbadas elevadas.

O arco renascentista, ao contrário do arco gótico, tinha a forma curvilínea, de pura inspiração romana clássica.

A coluna Gótica, constituída de feixes de pilares, devia servir de sustentáculo à estrutura da abóbada.

A coluna renascentista, simples, com capitéis coríntios, foi empregada na construção de pórticos e arcadas.

Nas abóbadas Góticas, arcos ogivais encontram-se no alto e se apoiam em colunas: é a abóbada de nervuras.

A bóbada renascentista tem a forma de um semi-círculo formando um teto liso ou ainda em quadros.


A janela Gótica, alta e estreita, tem vitrais coloridos e frontões bastante pontiagudos.

A janela renascentista, quadrada e mais ampla que a Gótica, tem o vidro transparente e incolor, dando maior claridade.

Em suma, pelo Renascimento adentro, o que preponderou nas construções religiosas e leigas da Itália foi o estilo renascentista, mas a técnica da construção Gótica foi de grande valia para os feitos dos grandes arquitetos italianos.

arquitetura renascentista no resto da Europa

Pela mesma época (do século XV ao XVI) desenvolveu-se, fora da Itália, um estilo arquitetônico misto, combinação do renascentista e gótico. Os primeiros elementos renascentistas introduzidos nas construções dos países europeus, principalmente nos da Europa setentrional, foram os motivos de decoração. Mais tarde, por volta de 1540, a arquitetura nesses lugares passou a inspirar-se diretamente nas fontes clássicas.

Surgiu então, na França, uma arquitetura renascentista inconfundível, cujos melhores exemplos são a fachada interna do Museu do Louvre, obra de Pierre Lescot (1510-1578), e o Castelo de Anet, projeto de Philibert Delorme (1515-1570). Os franceses foram resistentes em aceitar as inovações artísticas oriundas da Itália e, apenas no século XVI, consequência da presença de muitos artistas italianos na corte de Francisco I, é que começaram a adotá-las.

Exatamente nos castelos franceses - sobretudo o de Blois e o de Fontainebleau - a influência clássica é mais relevante. Na Inglaterra, às construções indubitavelmente Góticas, como as Universidade de Oxford e Cambridge e a Biblioteca de Samuel Pepys, foram acrescentadas edificações novas, de clara inspiração românica.

Na Alemanha, a influência renascentista italiana introduziu-se lentamente. A construção Alemã mantinha-se fiel à tradição Gótica, mas ainda assim os edifícios da primeira metade do século XVI apresentam uma rica superestrutura ornamental, com motivos decorativos renascentistas. Apesar da arquitetura alemã manter-se vinculada ao passado gótico, vários de seus artistas foram capazes de afundir a herança medieval com a nova estética. Essa mescla - planta Gótica, ornatos renascentistas - verifica-se principalmente nas construções seculares, de modo mais harmonioso nos magníficos castelos de Heidelberg e Trogau. Nas igrejas, mantêm-se as linhas Góticas tradicionais.

Em Portugal, o gótico aliou-se a elementos mouros, preludiando o estilo português renascentista conhecido como manuelino, nome derivado do soberano Manuel, o Venturoso. Os arquitetos espanhóis interpretaram o renascimento à sua maneira: desprezaram a simplicidade e a harmonia de equilíbrio dos edifícios italianos, e, ao lado de enfeites renascentistas, empregavam com profusão e fantasia motivos árabes, sobretudo na ornamentação de igrejas e palácios. Como seu trabalho era semelhante às obras de um ourives (platero, em espanhol), esse estilo recebeu o nome de plateresco. Seus exemplos mais típicos encontram-se em Toledo (Hospital de Santa Cruz), em vários palácios de Castela e na célebre Universidade de Salamanca.

Ao sul da Espanha, na Andaluzia, a arquitetura foi mais sóbria, com uma estrutura harmoniosa e uma decoração em estilo coríntio. Comprovam essa fidelidade aos cânones clássicos as catedrais de Málaga, Jaén e Granada. E não só na Europa ocidental o núcleo artístico florentino deixou marcas profundas: alguns edifícios que compõem o Kremlin, em Moscou, são obra de arquitetos florentinos.

Prédios seculares da arquitetura renascentista

Durante a renascença dois tipos de construção secular destacaram-se na Itália: o palazzo ou palácio, e a villa. Os palácios, nos inícios do renascimento, constituíam uma edificação intermediária entre a fortaleza e a casa senhorial. Sua estrutura particular era uma consequência das contínuas lutas políticas que se desencadeavam nas cidades: não raro, os membros de um partido atacavam o palácio de um rival. Por isso, os palácios constituíam verdadeiros blocos de pedra maciça.

O pátio renascentista conferia ao interior do palácio o aspecto elegante e sóbrio que falta ao exterior da construção. Pela beleza do pátio interno, pode-se aquilatar a vida luxuosa que levavam os principes e ricos mercadores do Renascimento.

Em muitas cidades italianas era comum que esses palácios fossem também estabelecimentos comerciais. Os grandes mercadores e suas famílias habitavam o primeiro andar do edifício, enquanto que o térreo era ocupado por lojas e armazéns.

A villa nada mais era senão uma adaptação da velha domus romana. Com sua loggia (galeria) e seus amplos terraços, situa-se no centro de um imenso jardim. O mais característico exemplo dessa construção é a Villa Capra, em Veneza, obra do arquiteto Palladio.

arquitetura renascentista
Renascimento é o nome que se dá ao período da história européia, caracterizado por um renovado interesse pelo passado grego-romano clássico, que vai do século XV ao século XVI. Fundamentado no conceito de que o homem é a medida de todas as coisas, o renascimento significou um retorno às formas e proporções da antiguidade greco-romana. Este movimento artístico começou a se manifestar na Itália, no século XIV, mais precisamente em Florença, cidade que a esta altura já tinha se tornado um estado independente e um dos centros comerciais mais importantes do mundo, e difundiu-se por toda a Europa, durante os séculos XV e XVI.

Em poucos anos, o renascimento difundiu-se pelas demais cidades italianas (período conhecido como quattrocento), para se estender pouco a pouco, em fins do século XV, ao resto do continente europeu, no chamado cinquecento, ou renascimento clássico. As bases desse movimento eram porporcionadas por uma corrente filosófica reinante, o humanismo, que descartava a escolástica medieval, até então reinante, e propunha o retorno às virtudes da antiguidade.

Platão, Aristóteles, Virgílio, Sêneca e outros autores greco-romanos começam a ser traduzidos e rapidamente difundidos. Desse modo, o espírito da antiga filosofia clássica não leva muito tempo para inundar as cortes da nova aristocracia burguesa. O cavalheiro renascentista deve agora ser versado em todas as disciplinas artísticas e científicas.

Imbuídas desse espírito, as famílias abastadas não hesitaram em atrair para seu mundo artistas de grande renome, aos quais deram seu apoio, tornando-se, afinal, seus mecenas. Músicos, poetas, filósofos, escultores, pintores, ourives e arquitetos saíram do anonimato imposto pelo período medieval e viram crescer seu nome e sua fama, juntamente com a de seus clientes. No norte da Europa, o pensamento humanista já tinha dado seus primeiros passos significativos.

Foi graças ao reformador Lutero e às universidades, por intermédio do estudo das ciências exatas e da filosofia, que se difundiram as idéias de seus pares italianos. Por volta do fim do século XV, chegava da Espanha a notícia do descobrimento de um novo continente, a América, fato que mudaria a fisonomia do mundo para sempre. O homem se distanciava assim, de modo definitivo, do período medieval para decididamente ingressar na modernidade.

O termo renascimento foi empregado pela primeira vez em 1855, pelo historiador francês Jules Michelet, para referir-se ao descobrimento do Mundo e do homem no século XVI. O historiador suíço Jakob Burckhardt ampliou este conceito (1860), definindo essa época como o renascimento da humanidade e da consciência moderna, após um longo período de decadência.

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