arquitetura
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Arte útil por excelência, a arquitetura é, de todas as criações do homem, a que revela de maneira mais profunda a evolução das sociedades ao longo de sua história. O fato de ser uma arte e também ciência aplicada levou a noção de arquitetura a incluir concepções muito diversas. São freqüentes as críticas dos profissionais do setor ao ensino da arquitetura em colégios e universidades como uma disciplina puramente "artística", sem levar em conta os problemas formais e técnicos que originaram diferentes soluções.
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No final do século XIX, o britânico William Morris rebelou-se contra essas noções, defendendo que não se podia deixar a criação nas mãos de um grupo reduzido de especialistas. Para ele, a própria sociedade devia estar envolvida nos processos arquitetônicos.
Para compreender a gênese da arquitetura, cabe atentar para três fatores determinantes: as possibilidades que em dado momento as técnicas e materiais propiciam; as necessidades a que um edifício concreto atende; e as concepções artísticas predominantes. São, portanto, três elementos sincrônicos -- técnico, social e estético-- cuja inter-relação ao longo dos séculos marcou os diferentes períodos arquitetônicos.

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Quando se pensa em algum tipo classificação dos diferentes produtos arquitetônicos observados no tempo e no espaço, é muito comum, especialmente por parte da população considerada mais "leiga", de diferenciar os edifícios e sítios através da idéia de que eles possuem um estilo diverso um do outro.
Tradicionalmente, a noção de estilo envolve a apreensão de um certo conjunto de fatores e características formais dos edifícios: ou seja, a definição mais primordial de estilo é aquela que o associa à forma da arquitetura, e principalmente seus detalhes estético-construtivos. A partir desta noção, parte-se então, naturalmente, para a idéia de que diferentes estilos possuem diferentes regras. E, portanto, estas regras poderiam ser usadas em casos específicos. A arquitetura, enquanto profissão, segundo este ponto de vista, estaria reduzida a uma simples reunião de regras compositivas e sua sistematização.

arquiteturaEsta é uma idéia que, após os vários movimentos modernos da Arquitetura (e mesmo os pós-modernos, que voltaram a debater o estilo) tornou-se ultrapassada e apaixonadamente combatida. A arquitetura, pelo menos no plano teórico e acadêmico, passou a ser entendida através daquilo que efetivamente a define: o trabalho com o espaço habitável. Aquilo que era considerado estilo passou a ser chamado simplesmente de momento histórico ou de escola. Apesar de ser uma ruptura aparentemente banal, ela se mostra extremamente profunda na medida em que coloca uma nova variável: se não valem mais as definições historicistas e estilísticas da Architecture, o estilo deixa de ser um modelo amplamente copiado e passa a ser a expressão das interpretações individuais de cada arquiteto (ou grupo de arquitetos), daquilo que ele considera como Arquitetura. Portanto, se é possível falar em um estilo histórico (barroco, clássico, gótico, etc), também se torna possível falar em um estilo individual (arquitetura Wrightiana, Corbuseana, etc).

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arquiteturaDas civilizações antigas à moderna, o homem sempre procurou tornar agradável os ambientes em que vive. Para isso, adorna paredes e preenche espaços com objetos confortáveis e bonitos.
Decoração de interiores é a atividade que combina idéias de funcionalidade com beleza. Objetiva a reunião harmônica e organizada de equipamentos de espaços interiores -- móveis, cortinas, tapetes, luminárias -- com elementos arquitetônicos -- pisos, tetos, paredes, colunas. Além disso, lança mão de recursos como luz, cor e materiais diversos, para obter uma disposição harmoniosa dos objetos no espaço, e assim formar um ambiente confortável, acolhedor e agradável aos sentidos.
O número de combinações e variações decorativas é praticamente ilimitado. Depende da capacidade inventiva do arquiteto ou decorador e das restrições impostas pelo gosto, necessidades e recursos do cliente, bem como do uso a que se destinam.

Diversas artes contribuem para a ornamentação de interiores, tanto do ponto de vista dos materiais, quanto da estética. Entre elas destacam-se a cerâmica, a tapeçaria, a marcenaria e a carpintaria.
A decoração de interiores, conseqüência direta e reflexo da arquitetura, sofre as mesmas influências desta. Foi símbolo de prestígio durante muito tempo, já que somente as classes altas podiam permitir-se o luxo de tratar com apuro e refinamento os espaços internos de suas mansões e palácios. Com a fabricação de objetos em série, a decoração ficou ao alcance da classe média, embora os arquitetos e decoradores de prestígio, os materiais nobres e as peças raras continuem restritos aos privilegiados.

 

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