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Engenharia Mecatrônica

Engenharia Mecatrônica



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Mecatrônica é um ramo da engenharia um tanto quanto recente no Brasil, tendo chegado aqui em 1989. A engenharia mecatrônica também pode ser chamada de engenharia de controle e automação que é um nome mais assimilado pela indústria.

A engenharia Mecatronica é muito próxima à Controle e Automação. A diferença básica consiste no fato que a primeira está mais voltada para a engenharia mecânica, enquanto a segunda tem maior ênfase na engenharia Eletrônica. Algumas Universidades consideram estes cursos como semelhantes, enquanto outras os oferecem de forma distinta. E engenharia Mecatronica seria a fusão de três outros cursos que são engenharia Eletrica, engenharia Mecânica e Ciências da Computação, daí deriva o nome Mecatronica, ou dependendo do caso, Controle e Automação. O Engenheiro Mecatronico está apto a desenvolver máquinas logicamente controladas por computadores afim de automatizar processos e ações que podem ser ou não repetitivas, que são os Robôs, então como dito anteriormente o Engenheiro Mecatronico é capaz de projetar a parte eletrônica, mecânica, e a parte lógica que irá controlar um robô. Adicionalmente a isso, este profissional também está apto a projetar sistemas de controles ordinários, como os presentes em meios de transporte e utensílios domésticos.

engenharia metalúrgica

A engenharia metalúrgica é um ramo da engenharia dedicado ao estudo dos materiais metálicos, englobando sua caracterização estrutural, propriedades mecânicas, produção e processamento. O engenheiro metalúrgico é também o responsável pelo desenvolvimento de novas ligas metálicas, com propriedades físicas, químicas e metalúrgicas adaptadas a usos diversos.

engenharia dos materiais

A engenharia dos materiais é um ramo da engenharia em que os conhecimentos de física e química são sobretudo utilizados na produção de materiais (novos ou clássicos) para as mais diversas aplicações. Cabe ao engenheiro de materiais estudar a estrutura, as propriedades e as aplicações de materiais novos ou já existentes, nas áreas de metais, polímeros, cerâmicos, materiais naturais ou compósitos.

Compete também ao engenheiro de materiais actuar na fase de projecto de modo a escolher os materiais mais indicados para as aplicações desejadas.

engenharia militar

engenharia Militar é o ramo da engenharia que dá apoio às atividades de combate dos exércitos construindo facilidades tais como: pontes, campos minados, estradas, etc. e se encarregando da destruição dessas mesmas facilidades do inimigo. Além de suas missões clássicas de apoio ao combate em situação de guerra, atua como pioneira ou colaboradora na solução de problemas de infra-estrutura do desenvolvimento nacional. Atualmente, no Exército Português, a Arma de engenharia, apesar do nome, é apenas uma das armas e serviços a desenvolver actividades de engenharia Militar. As várias especialidades de engenharia são desenvolvidas nas seguintes armas e serviços:

* Arma de engenharia: desenvolve atividades correspondentes ao que é chamado, fora do âmbito militar, de engenharia civil
* Arma de transmissões: atividades de engenharia Electrotécnica e engenharia de telecomunicações
* Serviço de Material: atividades de engenharia Mecânica e engenharia Electrotécnica

Para o desempenho das suas funções os oficiais recebem formação superior em engenharia na Academia Militar de Portugal, e na Academia Militar das Agulhas Negras do Brasil.

engenharia de minas

A engenharia de Minas é o ramo da engenharia que cuida da extração dos minérios da natureza e da separação de matérias primas minerais úteis daquelas sem aproveitamento. Utilizando dos conhecimentos de diversos ramos da ciência, particularmente da Geologia da Química e da Física dentre outros, o Engenheiro de Minas é, assim como o Geólogo , um profissional capacitado a buscar os recursos minerais (Pesquisa Mineral), tais como: ferro, alumínio, pedras, areia, água mineral, talco, dentre muitos outros. É o único profissional capacitado a fazer o planejamento e supervisão da retirada de minérios do meio ambiente (Lavra de Mina) através das mais diversas técnicas, como lavra a céu aberto, usando máquinas pesadas ou mesmo explosivos; lavra subaquática, através de dragagem ou lavra subterrânea, abrindo poços, túneis e galerias; a preparação deste material retirado (Tratamento de Minérios), concentrando e separando a parte que interessa (Mineral ou Minerais Úteis) da parte que não tem valor (Ganga); posteriormente à retirada, cuida da recuperação da área que foi minerada (Recuperação Ambiental de Área Degradada), deixando o meio ambiente recuperado, tornando-o igual ou melhor ao que foi encontrado antes da lavra da mina.

Assim, a título de exemplo, o Brasil é o maior exportador e produtor de ferro do mundo, explorado a partir das Formações Ferríferas Bandadas. Encontram-se minas com mais de 90% de minerais de ferro presentes, ou seja quase a totalidade da massa extraída é aproveitada. Já o cobre mais de 90% do material retirado é formado de material não aproveitável. No caso do ouro, mais de 99% é descartado.

Cabe ainda ao Engenheiro de Minas cuidar da avaliação técnica e econômica do empreendimento mineiro, avaliar e reduzir todos os riscos inerentes ao trabalho em locais, às vezes, distantes, com equipamentos pesados, trabalhado com explosivos. Cabe ainda cuidar da saúde e higiene dos trabalhadores e cuidar para que sejam minimizados quaisquer incômodos ou riscos às comunidades circunvizinhas, bem como ao meio ambiente.

Universidades Federais que oferecem o curso: UFCG, USP, UFPE, UFBA, UFOP, UFMG, UFPA, UFRGS

 

engenharia naval e oceânica

engenharia Naval e Oceânica é o ramo da engenharia que tem como actividade principal as obras de engenharia que se destinam a explorar as potencialidades do mar. Com o desenvolvimento da exploração e produção de petróleo no oceano, o trabalho do engenheiro naval estendeu-se à engenharia Oceânica.

O engenheiro naval dedica-se a todas as fases da vida dos veículos e plataformas destinados ao transporte marítimo, à exploração dos recursos marinhos e as actividades de recreio, desde a fase de concepção e projecto, à de construção e respectiva fiscalização, passando pela inspecção, manutenção e reparação. Estão ainda incluídas as tarefas de planejamento e gestão das operações marítimas e portuárias.

As áreas tradicionais de emprego são os estaleiros navais, empresas de certificação, qualidade e segurança, empresas armadoras, empresas de serviços e consultoria em engenharia, organismos do estado, empresas técnico-comerciais, investigação e docência. As indústrias mais relacionadas são a construção e reparação naval, pescas e transportes marítimos.

Na parte da engenharia Oceânica, praticamente todas as principais empresas do ramo petrolífero empregam engenheiros navais para a realização de projetos de exploração e produção de petróleo no mar.

Porém o curso tem uma sólida formação de estruturas e mecânica dos fluidos, e empregos na área automobilística e aeronáutica são frequentes.

No Brasil existem três universidades que formam engenheiros navais: A Universidade de São Paulo, Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Universidade Federal do Pará.

engenharia de pesca

A engenharia da pesca é um ramo da engenharia aplicado à pesca. Relaciona-se com a engenharia naval, mas inclui também a concepção e aperfeiçoamento de artes de pesca, de métodos e aparelhos de detecção de pescado e também de métodos de transporte, beneficiamento e armazenamento do pescado em terra e a bordo das embarcações. Aplica conhecimentos básicos da biologia, das ciencias exatas (física, matemática e química)em três grandes áreas: a pesca (captura), a aquicultura(criação de organismos aquáticos) e a industrialização (beneficiamento e transformação).

engenharia de petróleo

engenharia de petróleo é a área da engenharia que trata de todos os ramos relacionados à indústria de petróleo e, em particular, aos relacionados à exploração e produção.

No Brasil, a profissão do engenheiro de petróleo é reconhecida pelo CONFEA – Conselho Federal de engenharia, Arquitetura e Agronomia – na sua Resolução nº 218, de 29 de junho de 1973. Essa resolução, em seu art. 16, estabelece que o engenheiro de petróleo está habilitado a desempenhar todas as 18 atividades estabelecidas para o exercício profissional da engenharia, "referentes a dimensionamento, avaliação e exploração de jazidas petrolíferas, transportes e industrialização do petróleo; seus serviços afins e correlatos". O primeiro curso de engenharia de Petróleo do Brasil foi criado pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) em seu Laboratório de engenharia de Exploração de Petróleo (LENEP).

Em São Paulo, foi criado o primeiro curso de graduação na área de engenharia de Petróleo pela USP (Universidade de São Paulo) em 2002. Esse curso é desenvolvido pela Escola Politécnica e está sob administração do Departamento de engenharia de Minas e Petróleo (PMI).

A engenharia de petróleo normalmente é dividida em seis áreas básicas:

* engenharia de reservatórios.
* engenharia de poço/perfuração.
* engenharia de poço/completação.
* Processo de produção.
* Economia do petróleo.
* Tecnologia offshore.

 

engenharia de produção

Durante o século XIX ocorreu uma revolução que mudou para sempre a forma do homem trabalhar, de pensar, de produzir... mudou para sempre a relação do homem com a máquina. Essa revolução teve origem na Inglaterra e logo se espalhou para o resto do mundo. Todos nós sabemos que estamos falando da Revolução Industrial. Mas o que ela tem a ver com a engenharia de Produção? Tudo. Com o progresso no setor industrial da época, surgiu a necessidade de organizar e administrar complexos sistemas de produção; a partir daí, a engenharia de Produção fincou suas bases. Contudo, foi no início deste século que a sua difusão foi intensificada, fundamentando-se basicamente na indústria metalo-mecânica. Outros fatores como o recente desenvolvimento japonês e a adoção da temática da Qualidade & Produtividade como pontos centrais nas empresas e organizações privadas, públicas, industriais, serviços e de governos, consolidaram essa difusão. Em sua origem estão personalidades como Frederick W. Taylor, Frank e Lílian Gilbreth, Henry Gantt, Walter A. Shewart, Henry Fayol, Henry Ford, e outros.

A engenharia de Produção nasceu dentro da engenharia Mecânica e por isso se dedicou inicialmente aos sistemas físicos. Na década de setenta, notou-se mesmo no Brasil, que os conceitos e métodos próprios da engenharia de Produção ganharam notável desenvolvimento e tornaram-se independentes de qualquer área tecnológica sendo aplicada a todas as áreas clássicas das engenharias. A engenharia de Produção é uma habilitação específica derivada de qualquer uma das seis grandes áreas da engenharia. Assim, existem cursos de engenharia de produção elétrica, de produção civil, de produção mecânica etc.. Em 1955, a maior entidade internacional em engenharia de Produção, Institute of Industrial Engineers - IIE, apresentou a seguinte definição para a engenharia de Produção:

"A engenharia de Produção dedica-se à concepção, melhoria e implementação de sistemas integrados de pessoas, materiais, informação, equipamentos e energia. Utiliza-se do conhecimento especializado em matemática, física e ciências sociais, em conjunto com análise e projeto de engenharia, para especificar, prever e avaliar os resultados obtidos por tais sistemas".

A engenharia de Produção, ao enfatizar as dimensões do produto e do sistema produtivo, encontra-se com as idéias de projetar produtos, viabilizar produtos, projetar sistemas produtivos, viabilizar sistemas produtivos, planejar a produção, produzir e distribuir produtos que a sociedade valoriza. Essas atividades, tratadas em profundidade e de forma integrada por esta engenharia, são de grande importância para a elevação da competitividade do país.

engenharia Química

A engenharia química é uma engenharia que combina conhecimentos de química, biotecnologia e de física para projetar, construir e operar sistemas de conversão de matérias químicas em produtos finais através de processos químicos, biológicos e físicos.

engenharia sanitária

A engenharia sanitária é o ramo da engenharia civil e da engenharia hidráulica que trata da exploração e do uso da água, dos projetos e das obras de saneamento básico e de saneamento geral, tais como sistemas de abastecimento de água, de esgotos sanitários , de limpeza urbana, aí incluídos os sistemas de tratamento.

O engenheiro sanitarista deve ter ampla formação nas áreas ambiental, de Hidráulica, de Hidrologia e de recursos hídricos, pois planeja e orienta o uso da água de bacias hidrográficas, elaborando Planos Diretores de Abastecimento de Água, de Esgotos Sanitários e de Bacias Hidrógráficas. Ele também desenvolve planos de redes de água e de esgotos, irrigação e drenagem, além de projetar canais. Este profissional também pode acompanhar a operação de Estações de Tratamento de Águas (ETA's ) e de Estações de Tratamento de Esgotos (ETE's) que tratam águas poluídas ou contaminadas.

A organização, a iniciativa e o interesse por questões sociais, ambientais e ecológicas são alguns traços de personalidade que podem ajudar o profissional a ter sucesso no mercado de trabalho.

O engenheiro sanitarista pode atuar em empresas de consultoria voltadas à estudos e projetos de obras sanitárias (água, esgoto e lixo) , na criação de sistemas de irrigação, drenagem, saneamento e bombeamento, inclusive em emissários submarinos ou subfluviais.Pode ainda desenvolver Estudos de Impactos Ambientais (EIA-RIMA), em conjunto com uma equipe multidisciplinar.

O Patrono da engenharia Sanitária no Brasil é o grande e ilustre sanitarista Francisco Saturnino de Brito.

O Brasil desde Maurício de Nassau possuiu ou produziu alguns dos engenheiros sanitaristas e hidráulicos mais respeitados no Mundo, tais como Saturnino de Brito, Saturnino de Brito Filho, Hildebrando Góes, Lucas Nogueira Garcez, Pedro Parigot de Souza, José Martiniano de Azevedo Netto, Flávio Lyra,Díocles Rondon, Theophillo Ottonni, Marco Siciliano, Jorge Rios, André Balança, dentre outros.

No Brasil, o exercício da profissão exige inscrição no Conselho Regional de engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA).

engenharia de software

engenharia de software é uma área do conhecimento da informática voltada para a especificação, desenvolvimento e manutenção de sistemas de software aplicando tecnologias e práticas de ciência da computação, gerência de projetos e outras disciplinas, objetivando organização, produtividade e qualidade.

Atualmente, essas tecnologias e práticas englobam linguagens de programação, bases de dados, ferramentas, plataformas, bibliotecas, padrões, processos e a questão da Qualidade de Software.

Os fundamentos científicos para a engenharia de software envolvem o uso de modelos abstratos e precisos que permitem ao engenheiro especificar, projetar, implementar e manter sistemas de software, avaliando e garantindo suas qualidades. Além disso, a engenharia de software deve oferecer mecanismos para se planejar e gerenciar o processo de desenvolvimento.

engenharia de tecidos

engenharia de tecidos é a ciência aplicada que utiliza conhecimentos de biologia, química e física para desenvolver tecidos artificiais. Pode ser aplicada á produção de pele artificial, cartilagens e tecidos osseos. Os tcidos podem ser produzidos fazendo crescer células sobre um substracto biodegradável.

engenharia têxtil

O curso de engenharia têxtil pretende formar engenheiros têxteis - modalidade industrial, para atender aos mais variados segmentos do setor têxtil e de confecção.

Os principais segmentos da cadeia de produção têxtil são: produção de fibras, fiação, tecelagem, malharia e beneficiamento de tecidos, seguindo o produto têxtil para a confecção.

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