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Maquete

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maquete

Sendo uma tecnica muito usada na arquitetura, para montagem de modelos miniaturizados como objetivo de avaliação e analise estética e estrutural, existem diversas outras áreas que tambem utilizam a construção de maquetes.
A metodologia proposta neste trabalho, está voltada para a atividade do aluno orientada pelo professor. A elaboração de maquete, estimula o aluno a transformar o bidimensional para o tridimensional. A construção de modelos tridimensionais propicia o desenvolvimento da percepção e diferenciação de escala horizontal e escala vertical. Através da maquete, pode-se analisar a paisagem de forma integrada.
A maquete é um recurso didático que permite a visualização tridimensional do relevo, apresentando de forma clara a noção de espaço. No processo de elaboração de mapas, Michaelis (1970), sempre parte do uso da maquete, através da construção de mapas de grande escala no pátio da escola. As atividades didáticas desenvolvidas com os alunos na disciplina Cartografia do Curso de Graduação em Geografia do IGCE/UNESP - Rio Claro, são realizadas a partir da transmissão dos fundamentos da Cartografia Sistemática; conceitos de escala, projeção, conteúdo planimétrico e altimétrico de uma carta topográfica. Um dos problemas mais sérios enfrentados no ensino de cartografia, para alunos iniciantes no curso de graduação em geografia, é a percepção do relevo a partir das curvas de nível. Trabalhos de campo são realizados, visando minimizar tais problemas; contudo, na maioria das vezes, os problemas persistem. Segundo Simielli et al. (1991), a maquete aparece então como o processo de restituição do “concreto” (relevo) a partir de uma “abstração” (curvas de nível), centrando-se aí sua real utilidade, complementada com os diversos usos a partir deste modelo concreto trabalhado pelos alunos. O passo seguinte nestas atividades, consiste na geração de modelos 3D em SIG (Sistema de Informação Geográfica). O exercício de construção da maquete, além de exercer um efeito terapêutico, vem minimizar essa deficiência pois, estimula o aluno a transformar o bidimensional (mapa) para o tridimensional (maquete); auxilia no aprendizado da morfometria, principalmente declividade, orientação de vertentes e perfil topográfico; contribui com o desenvolvimento da percepção e diferenciação de escala horizontal e escala vertical. A maquete contribui, também, no aprendizado de alunos portadores de deficiência visual, podendo estes, sentir as diferentes formas do relevo através do tato.
O objetivo deste trabalho consiste no desenvolvimento de técnicas para a percepção tridimensional do relevo, oferecendo aos alunos, um recurso didático poderoso e relativamente simples de se construir (maquete); inclusive com alunos do 1º e 2º graus.
Nestas atividades, foram construídas nove maquetes com escala horizontal de 1/10000 e escala vertical de 1/2000. As etapas de elaboração da maquete podem dar subsídios aos alunos de Geografia, na passagem do nível abstrato para o nível
concreto. A primeira etapa de execução da maquete constitui na retirada das curvas de nível no papel vegetal para, em seguida, serem transportadas para uma placa de isopor. Após o recorte do isopor, as placas são coladas, tendo como referência a carta base. Os intervalos das placas são preenchidos com gesso diluído em água. Em seguida, usa-se de uma lixa para dar o acabamento. Finalmente, a superfície da maquete é pintada com a cor beje e acrescentados os elementos planimétricos, como por exemplo, a hidrografia na cor azul e a área urbana, na cor vermelha. Após a secagem, a maquete recebe uma camada de verniz, para dar maior proteção.
Com esta atividade, ficou evidente o forte potencial do recurso didático. As dificuldades de percepção do relevo, encontradas por ocasião de aprendizagem do conteúdo planimétrico e altimétrico de uma carta topográfica na disciplina cartografia, foram, em boa parte, sanadas por este recurso, que complementou aquelas aulas ministradas. Desta forma, percorreu-se todos os recursos didáticos disponíveis: aula teórica e prática sobre o conteúdo planimétrico e altimétrico de uma carta topográfica, trabalho de campo, construção da maquete e geração de modelos tridimensionais em SIG. A partir da maquete, pode-se estimular o aluno a realizar uma análise integrada da paisagem, através da discussão de temas como: uso da terra, hidrografia, ação antrópica, constituição do solo, tipo de vegetação, entre outros. Fica emplícito, no processo, o poder da cartografia como veículo de comunicação. Segundo Koeman (1971), a cartografia, uma forma de comunicação, deve, de fato, conhecer seu lugar no extenso contexto da doutrina da comunicação. Devemos estar conscientes de que , em geral, a teoria da comunicação não está restrita à capacidade expressiva dos símbolos gráficos, mas também inclui a comunicação através de sons, linguagem oral e escrita, mímica, figuras (estejam elas em movimento ou não). A orientação espacial na pessoa com deficiência visual tem um déficit em decorrência da ausência dos estímulos visuais. A confecção de maquetes para o auxílio às pessoas desse grupo mostrou- se bastante satisfatória no processo de construção de um mapa mental. Constatou-se, por meio de entrevistas aos professores que utilizaram as maquetes, importantes características técnicas para sua adequada construção e utilização pelos deficientes visuais (Ds.Vs). Confirmou-se também a necessidade de elaboração de um método de ensino que consiga colocar esse grupo em contato com esse material de forma segura e adequada de modo que possam retirar o melhor resultado possível desta proposta de utilização de maquetes a fim de que possam apresentar uma melhora em sua autonomia, tanto para as atividades do dia a dia quanto nas atividades esportivas. O estudo também vem indicar que a essa adequação, faz-se necessária a introdução de processos pedagógicos que propiciem o desenvolvimento de abstrações cognitivas, principalmente com relação às figuras geométricas além de outras que possam fazer com que o sistema tátil/sinestésico possa dar condições de fazer os “enxergarem” os componentes da maquete e traçarem seus próprios caminhos mentais.

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